
agosto 22, 2026
Uma importante mudança acaba de abrir novas possibilidades para o mercado magistral paranaense.
Publicada em 26 de junho de 2026, a Lei nº 23.313/2026 do Paraná dispõe sobre a manipulação e comercialização de preparações e correlatos em farmácias com manipulação e traz avanços relevantes para empresas que desejam expandir suas operações para o ambiente digital.
Entre as mudanças, a legislação prevê a possibilidade de comercialização remota de produtos pelas farmácias com manipulação e estabelece hipóteses para manutenção de preparações em estoque.
Para os proprietários de farmácias de manipulação no Paraná, isso abre uma importante discussão: se a legislação ampliou as possibilidades de comercialização, será que chegou o momento de estruturar um e-commerce?
Neste artigo, vamos entender o que muda e, principalmente, como preparar sua farmácia para aproveitar essa nova oportunidade de forma estruturada.
A Lei nº 23.313/2026 representa uma mudança importante para o setor magistral paranaense.
Entre suas disposições, a legislação permite que determinados produtos e preparações isentos de prescrição sejam mantidos em estoque e expostos ao público, além de permitir a transferência entre matriz e filiais devidamente licenciadas para manipulação.
Outro ponto particularmente relevante para a transformação digital do setor está no §3º, que autoriza as farmácias com manipulação a realizarem a comercialização remota de produtos.
A legislação também permite a manutenção de estoque de preparações magistrais quando houver registro de justificativa técnica pelo farmacêutico para atender à demanda específica do estabelecimento.
Entre as categorias mencionadas pela lei estão cosméticos, dermocosméticos, fitoterápicos, chás, suplementos alimentares, florais, homeopatias e outras preparações previstas na legislação.
Isso cria um cenário particularmente interessante para farmácias que já possuem produtos com demanda recorrente e desejam transformar parte dessa demanda em uma operação estruturada de vendas digitais.
É importante ressaltar, entretanto, que a nova legislação não elimina as demais responsabilidades sanitárias, técnicas e publicitárias aplicáveis ao setor. O farmacêutico responsável continua tendo papel fundamental na garantia da qualidade e das boas práticas da operação.
Durante muito tempo, uma das maiores dificuldades para desenvolver um e-commerce para farmácia de manipulação esteve justamente nas particularidades regulatórias do setor.
A Lei 23.313/2026 cria um novo cenário no Paraná e pode tornar o comércio eletrônico ainda mais estratégico para empresas que possuem produtos compatíveis com a comercialização online.
Imagine uma farmácia que já possui boa demanda por:
Em vez de depender exclusivamente do atendimento pelo WhatsApp ou do consumidor chegar fisicamente à loja, o e-commerce cria uma segunda porta de entrada para a venda.
O cliente pesquisa, encontra o produto, conhece a farmácia, adiciona o item ao carrinho, escolhe a forma de pagamento e conclui o pedido.
Mais do que simplesmente “ter um site”, estamos falando da criação de um novo canal de faturamento para a farmácia.
E existe outro ponto importante: o e-commerce permite que a farmácia comece a utilizar ferramentas de aquisição de clientes desenvolvidas especificamente para o varejo online.
É aí que entram estratégias como Google Shopping, Google Ads, SEO e integração com marketplaces.
Uma das maiores oportunidades proporcionadas por um e-commerce estruturado é a possibilidade de trabalhar com o Google Shopping.
Imagine que um consumidor pesquise no Google por um suplemento, dermocosmético ou outro produto comercializado pela sua farmácia.
Em vez de aparecer apenas um anúncio de texto, o Google pode apresentar informações como:
Isso reduz etapas na jornada do consumidor e coloca a farmácia diante de pessoas que já demonstraram interesse pelo produto.
Para isso, porém, não basta simplesmente criar uma loja virtual.
É necessário configurar corretamente o Google Merchant Center, estruturar o catálogo de produtos, atender às políticas aplicáveis ao segmento farmacêutico e integrar a loja às campanhas do Google Ads.
A Pharma Growth possui experiência específica no mercado farmacêutico e oferece suporte desde a preparação da estrutura da farmácia até os processos necessários para trabalhar com Google Ads, Merchant Center e Google Shopping, sempre considerando as políticas aplicáveis a cada categoria anunciada.
Dessa forma, a farmácia não recebe apenas uma loja virtual: recebe uma estrutura preparada para começar a gerar tráfego e vendas.
Montar uma loja virtual envolve muito mais do que escolher um layout bonito.
É necessário pensar em toda a jornada:
Produto → Estoque → Loja → Pagamento → Nota Fiscal → Separação → Etiqueta → Transportadora → Entrega.
Por isso, a implantação de um e-commerce para farmácia precisa considerar desde o início questões como:
Para facilitar essa implantação, a Pharma Growth trabalha com parceiros especializados em diferentes etapas da operação.
Recentemente, por exemplo, nos tornamos parceiros da Tray Commerce, uma das plataformas mais conhecidas do mercado brasileiro de e-commerce.
Por meio da parceria, nossos clientes podem contar com uma condição comercial especial de 50% de desconto nas três primeiras mensalidades, conforme as condições vigentes da oferta.
A plataforma também possui integrações com marketplaces, meios de pagamento e soluções de envio, permitindo construir uma operação preparada para crescer.
Nossa equipe auxilia desde a implantação e configuração da loja até a estruturação dos produtos, meios de pagamento, logística e ferramentas de marketing necessárias para colocar o projeto em funcionamento.
O próximo desafio aparece quando as vendas começam.
Um e-commerce pode gerar pedidos pelo próprio site, mas a farmácia também pode decidir expandir sua atuação para marketplaces.
Nesse momento, controlar manualmente estoque, pedidos, notas fiscais e etiquetas começa a gerar retrabalho.
Por isso, uma operação de e-commerce precisa nascer pensando também em escalabilidade.
A Pharma Growth possui parceria com o Ecossistema Olist, permitindo estruturar soluções relacionadas a diferentes etapas da operação, como:
Na prática, o objetivo é reduzir processos manuais.
Um pedido realizado no e-commerce precisa entrar em um fluxo organizado para que possa ser faturado, separado, etiquetado e enviado ao consumidor.
O mesmo vale para pedidos provenientes de marketplaces.
Quanto maior for a integração entre essas ferramentas, menor tende a ser o retrabalho da equipe e maior a capacidade da farmácia de aumentar seu volume de vendas sem transformar o crescimento em um problema operacional.
A mudança regulatória representa uma oportunidade. Mas para aproveitá-la é necessário transformar legislação em execução.
É justamente nessa etapa que a Pharma Growth pode auxiliar as farmácias de manipulação do Paraná.
Nossa proposta é cuidar da implantação de forma completa, reduzindo a necessidade de o proprietário procurar diferentes fornecedores para cada etapa do projeto.
Podemos auxiliar em pontos como:
Com todas as informações e materiais necessários disponibilizados pela farmácia dentro do cronograma do projeto, é possível colocar o e-commerce no ar em até 30 dias, de acordo com a complexidade da operação.
A ideia é oferecer uma implantação tranquila e com o mínimo de fricção possível para o proprietário.
Em vez de simplesmente entregar uma loja virtual, estruturamos o ecossistema necessário para que a farmácia esteja preparada para vender, medir resultados e posteriormente escalar sua operação.
A Lei 23.313/2026 representa uma mudança relevante para o mercado magistral paranaense ao estabelecer novas possibilidades relacionadas à comercialização remota e à manutenção de estoques nas condições previstas pela legislação.
Para muitas farmácias, isso pode representar o momento ideal para finalmente tirar do papel um projeto de e-commerce.
Mas criar uma loja virtual é apenas o começo.
É necessário conectar plataforma, Google Shopping, meios de pagamento, logística, ERP, marketplaces e marketing digital para transformar o projeto em um canal real de faturamento.
É exatamente essa estrutura que a Pharma Growth busca entregar.
Com experiência específica no mercado farmacêutico e parcerias com empresas como Tray e Olist, conseguimos acompanhar desde os primeiros passos da implantação até a aquisição dos primeiros clientes.
Se você possui uma farmácia de manipulação no Paraná e quer entender como a Lei 23.313/2026 pode abrir novas oportunidades para o seu negócio, converse com um de nossos consultores.
Analisamos a estrutura atual da sua farmácia e ajudamos a definir o melhor caminho para colocar seu e-commerce no ar — com tecnologia, logística, pagamentos e marketing trabalhando juntos desde o início.
Quer ajuda de uma equipe especializada para implantar esse novo projeto na sua farmácia?
Sim. A Lei nº 23.313/2026 prevê a possibilidade de comercialização remota de produtos por farmácias com manipulação no Paraná. Isso cria novas oportunidades para estruturar canais digitais de venda, como e-commerce, desde que sejam respeitadas as demais exigências sanitárias, técnicas e publicitárias aplicáveis ao setor.
Entre as mudanças apresentadas no artigo estão a possibilidade de comercialização remota de produtos, a manutenção de determinados produtos e preparações isentos de prescrição em estoque e sua exposição ao público, além de hipóteses para transferência entre matriz e filiais devidamente licenciadas para manipulação.
Sim, nas condições previstas pela legislação. O artigo destaca a possibilidade de estoque de determinados produtos e preparações isentos de prescrição e também menciona a manutenção de preparações magistrais quando houver registro de justificativa técnica pelo farmacêutico para atender à demanda específica do estabelecimento.
O artigo menciona categorias como cosméticos, dermocosméticos, fitoterápicos, chás, suplementos alimentares, florais, homeopatias e outras preparações previstas na legislação. A possibilidade de comercialização deve ser avaliada conforme o enquadramento de cada produto e as demais normas sanitárias e publicitárias aplicáveis.
A implantação envolve mais do que criar uma loja virtual. É necessário estruturar catálogo, estoque, meios de pagamento, emissão fiscal, logística, ERP, formas de envio, mensuração de conversões e ferramentas de aquisição de clientes. Dependendo da estratégia, a operação também pode ser preparada para Google Shopping e marketplaces.
O artigo aponta o Google Shopping como uma oportunidade para produtos compatíveis com a comercialização online. Para isso, a farmácia precisa estruturar seu e-commerce, configurar o Google Merchant Center e garantir que produtos, páginas e anúncios estejam de acordo com as políticas aplicáveis a cada categoria.
Segundo o modelo de implantação apresentado no artigo, é possível colocar o e-commerce no ar em até 30 dias, desde que a farmácia disponibilize dentro do cronograma todas as informações e materiais necessários. O prazo pode variar conforme a complexidade da operação e das integrações necessárias.
Embora a necessidade dependa da complexidade da operação, um ERP pode facilitar bastante o crescimento do e-commerce. Ele ajuda a organizar processos relacionados a estoque, pedidos, faturamento e outros controles. Quando a farmácia começa a vender também em marketplaces, a centralização dessas informações se torna ainda mais importante.
A estrutura pode incluir Pix, cartão de crédito e outros meios de pagamento compatíveis com a operação. Na logística, é importante avaliar transportadoras, modalidades de envio, geração de etiquetas, rastreamento e integração com os sistemas da loja. A escolha deve considerar custos, prazo de entrega e experiência do consumidor.
A nova legislação cria um cenário relevante para farmácias que possuem produtos com demanda recorrente e compatíveis com a comercialização remota. Um e-commerce pode criar um novo canal de faturamento e permitir o uso de estratégias como Google Shopping, Google Ads, SEO e marketplaces. A viabilidade, porém, depende do catálogo, estrutura operacional, logística e estratégia comercial de cada farmácia.
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